
Da janela do meu quarto contemplo
A beleza da tarde bailando entre as nuvens,
Acordando a saudade adormecida
Que o tempo deixou para nunca ser esquecido.
Sonhos e fantasias personagens anônimas
Que a vida me deixou como companheiras
Das madrugadas bailarinas, solicitarias
Deusas das ilusões noturnas.
Das maquiagens ilusionistas
Que o coreografo das recordações,
Produziu os amores para os espetáculos
Que o destino criou para as passarelas
Dos encontros das paixões efêmeras
Como o aroma da brisa do encanto do luar,
Fascínio das musas sedutoras
Que surgem em meio aos disfarces
Dos rostos esculpidos pelos deuses;
Dos fascínios das perfeições divinas
Angelicais como o paraíso do firmamento
Das estrelas no momento do adeus.