
De repente nos desligamos do consciente
E partimos numa viagem sem roteiro
Pelas estradas de um mundo fulgente
Navegando pelas ilusões de um nevoeiro.
Um dia gente vai caminhando
Pelos atalhos da vida
Talvez, estejamos apenas sonhando,
Lembranças que não serão esquecidas
Pois são histórias que foram escritas
Na memória de uma época que passou,
Que ficou nas recordações infinitas
Que o artesão do destino bordou,
No fascínio de uma noite estrelada;
Dos desejos que se perderam pelos caminhos
Das aspirações incontidas não realizadas
Que se foram no suave voo dos passarinhos,
Planando pelos vales floridos
Pairando sobre a magia das ondas do mar
Que o tempo deixou para não ser esquecido
Para nunca olvidar a ternura de amar.